N. Alves
"Escrever é uma percepção do espírito. É um trabalho ingrato que leva à solidão. " ( Blaise Cendrars )
domingo, maio 20, 2012
quarta-feira, janeiro 18, 2012
terça-feira, outubro 04, 2011
Rotina
Todas as tardes ela se sentava naquele banco, ali era seu momento, percebia que a rotina á havia pego mas mesmo sem querer tinha se acomodado e não via nada que pudesse fazer. Olhando aquelas árvores várias coisas lhe passavam pela cabeça, não saberia responder se era feliz entretanto de uma coisa tinha certeza levav uma vida tranquila.
Certa vez ao completar sua rotina, sentadano banco, estava com a cabeça longe, de repente sentiu algo ao seu lado, ficou com raiva, aquele era seu momento e ninguém tinha o direito de interferir. Olhou para o lado, ele estava ali,, parecia triste assim como ela mas assim que seus olhares se cruzaram ele lhe sorriu terna e sinceramente. Ela achou aquilo estranho, as pessoas não se aproximavam dela, muito menos riam para ela assim tão espontaneamente.
O ambiente foi ficando pesado, eles queria conversar e com o tempo foi o que fizeram. Ele lhe contou traumas de infancia, ela confidenciou manias jamais pronunciadas, aquele banco que para eles era a confirmação de suas pacatas rotinas, agora se tornava o momento mais esperado do dia.
Ela viu com o tempo sua vida se modificando e tinha medo, se perguntava todos os dias quem tinha dado aquele direito á ele, chegar assim do nada e mudar tudo. Ela percebeu que todos acreditam que são felizes até conhecerem a felicidade e ele a apresentou á ela...
Hoje ele se foi, ela não entende o por que assim como não entendeu quando ele apareceu. Mas hoje ela sabe que quem deu á aquele estranho o direito de modificar toda sua vida foi ela.
Certa vez ao completar sua rotina, sentadano banco, estava com a cabeça longe, de repente sentiu algo ao seu lado, ficou com raiva, aquele era seu momento e ninguém tinha o direito de interferir. Olhou para o lado, ele estava ali,, parecia triste assim como ela mas assim que seus olhares se cruzaram ele lhe sorriu terna e sinceramente. Ela achou aquilo estranho, as pessoas não se aproximavam dela, muito menos riam para ela assim tão espontaneamente.
O ambiente foi ficando pesado, eles queria conversar e com o tempo foi o que fizeram. Ele lhe contou traumas de infancia, ela confidenciou manias jamais pronunciadas, aquele banco que para eles era a confirmação de suas pacatas rotinas, agora se tornava o momento mais esperado do dia.
Ela viu com o tempo sua vida se modificando e tinha medo, se perguntava todos os dias quem tinha dado aquele direito á ele, chegar assim do nada e mudar tudo. Ela percebeu que todos acreditam que são felizes até conhecerem a felicidade e ele a apresentou á ela...
Hoje ele se foi, ela não entende o por que assim como não entendeu quando ele apareceu. Mas hoje ela sabe que quem deu á aquele estranho o direito de modificar toda sua vida foi ela.
sexta-feira, agosto 12, 2011
É Preciso. (A próxima parada)
"...É preciso falar da saudade
É preciso falar da paixão
É preciso falar de ser livre
E querer segurar sua mão..."
- Jota Quest
Quem sabe?
Hoje ela chora,
Mas dizem que nem sempre foi assim.
Em um tempo distante,
Ela contagiava a todos,
Dançava, cantava...
Seu sorriso era mágico
E tudo iluminava.
Hoje ela chora,
Ninguém sabe seus motivos,
Assim como ninguém sabia
O porque de sua felicidade...
Ela apenas sorria,
E hoje simplismente chora.
A felicidade era sua única companheira,
Passavam horas juntas...
Um dia ela acordou e ao ser
Recebida por ela não gostou,
E a felicidade de sua casa expulsou.
Acabaram as cores,
As músicas e pra ela nada mais tem graça.
A felicidade também não foi mais vista,
Dizem que também vaga a chorar...
O que todos esperam,
E que um dia assim como ela a expulsou,
Ela acorde sinta sua falta
E a chame de volta.
Mas hoje ela chora,
Talvez um dia ela sinta falta
Mas hoje ela chora,
Quem sabe um dia sinta sua falta
Mas hoje ela chora....
Quem sabe?
Mas dizem que nem sempre foi assim.
Em um tempo distante,
Ela contagiava a todos,
Dançava, cantava...
Seu sorriso era mágico
E tudo iluminava.
Hoje ela chora,
Ninguém sabe seus motivos,
Assim como ninguém sabia
O porque de sua felicidade...
Ela apenas sorria,
E hoje simplismente chora.
A felicidade era sua única companheira,
Passavam horas juntas...
Um dia ela acordou e ao ser
Recebida por ela não gostou,
E a felicidade de sua casa expulsou.
Acabaram as cores,
As músicas e pra ela nada mais tem graça.
A felicidade também não foi mais vista,
Dizem que também vaga a chorar...
O que todos esperam,
E que um dia assim como ela a expulsou,
Ela acorde sinta sua falta
E a chame de volta.
Mas hoje ela chora,
Talvez um dia ela sinta falta
Mas hoje ela chora,
Quem sabe um dia sinta sua falta
Mas hoje ela chora....
Quem sabe?
quinta-feira, agosto 11, 2011
A vida.
Fico curiosa pra saber o que está acontecendo com a vida, as pessoas e principalmente com os sentimentos. Já ouvi dizer, que estamos no fim dos tempos e que o caos está se instalando no mundo, que o modo de vida das pessoas estão as distanciando e acabando assim com suas relações. São tantas as coisas que escutamos, mas não me importa o que está fazendo as pessoas mudarem, até porque não acredito em nada disso que esculto.
Quando somos crianças os sentimentos são verdadeiros algo quase mágico, choramos com os mocinhos, odiamos os vilões é tudo simples. Aprendemos que o amor é o mais importante e que pra alcansar-mos ele tudo vale a pena, que pela amizade relevamos tudo, que o ódio não vale a pena e assim por diante.
Crescemos, o tempo passa e não faço idéia de como ou porque as coisas começam a mudar, desandar e não percebemos o tempo passa mais e mais. Começamos a ver que nos tornamos pessoas amargas, que não acreditam mais na força que o amor tem de vencer seja como for, pessoas iludidas, com valores distorcidos. Construímos uma vida em cima de objetivos gananciosos, os amigos estão por aí, a família não te entende mais, as drogas te tornam descrente, as orgias fazem de você ironico e o melhor é que de onde você está, chaga a achar graça do verdadeiro amor.
Então é isso a sociedade entra em decadência ninguém entende, juntam-se em grupos não para discutir assuntos como dizem, mas para não ficarem sozinhos, porque agora eles entendem o que está acontecendo, não sabem o que fazer para voltar e ficar só os consomem, ninguém esconde quem realmente é de si. Se encontram, riem, brincam, bebem, querem esquecer o que cada um ali fez de si pois aquilo individualmente os incomodam.
A vida se tornou com o tempo, algo sem cor ou som, movimentos automaticos, risos sem graça, abraços sem carinho. O amor não é mais o mesmo ou até seja, mas não nos visita mais com frequência pois o banalizamos os "Eu te Amo's" estão por ai na boca de todos a torto e a direito, o ódio não é mais pronunciado mas está ai nos gesto, nos lares, nas ruas é visto em todos os lados... Cadê o amor?
A gente ouve aqui e ali mas onde está não vemos mais em canto nenhum, as vezes chego a pensar que ele cansou de como estava sendo tratado e fugiu, se escondeu, realmente não sei. A solidão chegou e o que resta a fazer é se arrepender, não que isso vá adiantar mas é o que resta.
Quando somos crianças os sentimentos são verdadeiros algo quase mágico, choramos com os mocinhos, odiamos os vilões é tudo simples. Aprendemos que o amor é o mais importante e que pra alcansar-mos ele tudo vale a pena, que pela amizade relevamos tudo, que o ódio não vale a pena e assim por diante.
Crescemos, o tempo passa e não faço idéia de como ou porque as coisas começam a mudar, desandar e não percebemos o tempo passa mais e mais. Começamos a ver que nos tornamos pessoas amargas, que não acreditam mais na força que o amor tem de vencer seja como for, pessoas iludidas, com valores distorcidos. Construímos uma vida em cima de objetivos gananciosos, os amigos estão por aí, a família não te entende mais, as drogas te tornam descrente, as orgias fazem de você ironico e o melhor é que de onde você está, chaga a achar graça do verdadeiro amor.
Então é isso a sociedade entra em decadência ninguém entende, juntam-se em grupos não para discutir assuntos como dizem, mas para não ficarem sozinhos, porque agora eles entendem o que está acontecendo, não sabem o que fazer para voltar e ficar só os consomem, ninguém esconde quem realmente é de si. Se encontram, riem, brincam, bebem, querem esquecer o que cada um ali fez de si pois aquilo individualmente os incomodam.
A vida se tornou com o tempo, algo sem cor ou som, movimentos automaticos, risos sem graça, abraços sem carinho. O amor não é mais o mesmo ou até seja, mas não nos visita mais com frequência pois o banalizamos os "Eu te Amo's" estão por ai na boca de todos a torto e a direito, o ódio não é mais pronunciado mas está ai nos gesto, nos lares, nas ruas é visto em todos os lados... Cadê o amor?
A gente ouve aqui e ali mas onde está não vemos mais em canto nenhum, as vezes chego a pensar que ele cansou de como estava sendo tratado e fugiu, se escondeu, realmente não sei. A solidão chegou e o que resta a fazer é se arrepender, não que isso vá adiantar mas é o que resta.
quarta-feira, agosto 03, 2011
Aprendendo sempre.
"Não crie espectativas, faça as coisas porque quer fazer, não espere nada em troca... Asim ficará feliz com o que receber, sempre. Evita muita coisa agir assim."
Obrigado.
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